segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Doutores da Alegria apresentam último "Midnight Clowns" de 2009

Com esquetes inéditas, os Doutores da Alegria retornam ao palco do Teatro Jaraguá com o espetáculo adulto “Midnight Clowns”, para a sua última apresentação de 2009, que acontecerá no dia 05 de dezembro, meia-noite de sábado para domingo. Artistas do grupo e atores que tiveram seus números selecionados através do Twitter dividem as cenas em pequenos números reunindo diversos gêneros.

Sucesso de público desde sua primeira apresentação, em 1995, o espetáculo valoriza a comédia e o lirismo característicos da arte do palhaço e traz uma diferente safra de artistas convidados a cada edição. Firmou-se também como um ponto de divulgação da arte do palhaço, proporcionando um espaço de exibição do trabalho de diversos artistas e, ao mesmo tempo, divertindo o público. A cada apresentação os Doutores trazem números diferentes, características que contribuíram para a formação de público.

Criado no formato de uma paródia de programa de auditório, Midnight Clowns é conduzido pelo mestre de cerimônias Kalvin Clown (personagem do ator Wellington Nogueira), que apresenta as gags, esquetes, solos e “bobagens” criadas pelos artistas. Sempre com bom humor, os palhaços são acompanhados pelas atrizes Soraya Saide e Thaïs Ferrara (Midnight Girls); pela Bandinha Midnight Clowns, que se utiliza de instrumentos pouco convencionais para criar a trilha sonora original ao vivo e pela crítica especializada Madame Silvie (Angelo Brandini) e sua implacável avaliação dos números de palhaços.



Doutores da Alegria

Doutores da Alegria é uma organização da sociedade civil cuja missão é promover a experiência da alegria junto a crianças hospitalizadas, seus pais e profissionais da saúde. A organização também conta com um núcleo de pesquisa dedicado à arte do palhaço, com foco na produção de conhecimento e criações artísticas, e com a Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria, com cursos voltados a públicos diversos.

Com um elenco de cerca de 45 palhaços profissionais que atuam em 14 hospitais em São Paulo, Recife e Belo Horizonte, os Doutores da Alegria são reconhecidos em todo o país por seu profissionalismo e atuação inovadora. A organização recebeu o Prêmio Criança 1997 da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e foi incluída três vezes na lista das 100 melhores práticas globais da divisão Habitat da Organização das Nações Unidas.

ROTEIRO

“As Coristas” – Exímias bailarinas, presenteiam o público com uma incursão pela dança, através de profunda pesquisa do movimento, onde revelam as mui facetas da dança através dos tempos e dos povos. Elenco: Soraya Saide e Thais Ferrara.

“Duo Acrobático Um Quilo e Meio” – Dois palhaços, Fusca e Herolino realizam um número de dança e acrobacias tentando esbanjar sensualidade e mostrando que tamanho não é documento.

“Serenata” - Zorinho toca em sua gaita, “Luar do Sertão” enquanto Crica Canaleta transforma uma mala numa lua iluminada que cresce e desaparece no tempo da música. Elenco: Angelo Brandini e Christiane Galvan.

“Dirigindo a Komi” - Você não vai a festas porque não sabe dançar? Não se preocupe! Dra. Lola Brígida detém o conhecimento de um método infalível para você fazer sucesso em qualquer balada. E vai ensiná-lo ao Dr. Montanha. Elenco: Luciana Viacava e Fernando Paz.

“Oh o Doçin di Leite” – Três palhaças resolvem mergulhar na carreira pop lançando o trio de peso Beonça com o Hit "Oh o Doçin di Leite", um estouro de sucesso com coreografias incríveis e confusões sem limites, tudo com um único objetivo: a fama - custe o que custar! Elenco: Layla Royz, Tereza Gontijo e Gyuliana Duarte.


SERVIÇO


Midnight Clowns

Dia: 5 de dezembro à meia-noite (madrugada de sábado para domingo).
Teatro Jaraguá
Endereço: Rua Martins Fontes, 71 – Centro
Tel: (11) 3255-4380
Horário: meia-noite
Capacidade: 278 lugares
Duração: 90 minutos
Censura: 16 anos
Ingresso: R$ 20 - inteira e R$ 10 - meia.
Horários da bilheteria: das 14h às 19h
Acesso para deficientes físicos
Cartões de débito: Visa Electron, Redeshop, Maestro, Cheque Eletrônico
Cartões de crédito: Visa e Mastercard

Fonte: Editor Web

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Usina Sustentável ganha Prêmio Eco 2009

Premiação organizada pela Câmara Americana de Comércio e do Jornal Valor Econômico, o Prêmio Eco 2009 anuncia os seus vencedores na próxima sexta, dia 27 de novembro, em evento na própria sede da Amcham.

A Usina Sustentável da Dedini está entre os ganhadores, na categoria Sustentabilidade em Produtos. “Ficamos muito contentes com a premiação. Esse é um projeto que a empresa acredita muito e o prêmio vem confirmar a nossa certeza de que a economia do futuro é baseada na Sustentabilidade ”, afirma Sérgio Leme, Presidente Executivo da Dedini.

Leme reforça que a conquista é um mérito de toda a empresa. “A Dedini acredita em sua equipe e tem a certeza que temos aqui um time formado por profissionais competentes e com visão de futuro. A Usina Sustentável Dedini é um dos nossos produtos que comprova isso”.


Sobre a Usina Sustentável

Maior empresa fornecedora de equipamentos para usinas sucroalcooleiras do país, a Dedini Indústrias Indústrias de Base, com sede em Piracicaba (SP), confia em um novo modelo de projeto sustentável para manter a dianteira no segmento no país e crescer no exterior nos próximos anos.

Segundo José Luiz Olivério, vice-presidente de tecnologia e desenvolvimento da empresa, a novidade atende pela sigla USD (“Usina Sustentável Dedini”) e já vem sendo apresentada a novos e antigos clientes. “Quando o conceito de Sustentabilidade ganhou força, começamos a olhar os projetos sob esse aspecto. Buscamos soluções que atendam à viabilidade econômica e a Sustentabilidade Social e ambiental”, disse o executivo.

Os novos projetos que estão sendo desenhados procuram destacar o que a empresa classifica de “seis bios” (bioaçúcar, bioetanol, bioeletricidade, biodiesel, biofertilizantes e bioágua), em um projeto integrado que procura reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Os avanços, de acordo com Olivério, são introduzidos em partes e ainda não há nenhuma unidade emoperação que os reúna — ainda que pelo menos uma já tenha as quatro primeiras características.

Para chegar à autossuficiência de água — as usinas normalmente têm de recorrer aos mananciais —, os projetos da Dedini usam catalisadores para evitar a perda de vapor e promovem o uso da própria água da cana — daí o estranho termo “bioágua”. Esta bioágua permite uma concentração maior de resíduos do processo produtivo, resultando em um tipo de biofertilizante organo-mineral que pode ser aplicados nos canaviais.

“Calculamos em quatro anos o retorno de um investimento em uma usina como essa. Temos alguns orçamentos nesse sentido, principalmente de projetos novos”, afirma o vice-presidente.

Fonte: GWA Comunicação Integrada

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Exposição mostra em SP importância do consumo consciente

Mostra fotográfica, fruto de parceria entre Ornare, General Electric e WWF-Brasil, leva ao público paulistano imagens de projetos e paisagens na Amazônia

Bruno Taitson, de São Paulo

A exposição fotográfica Luzes da Amazônia está em São Paulo até o dia 28 de novembro, na loja Ornare da Av. Gabriel Monteiro da Silva. A mostra conta com imagens feitas pelos fotógrafos Juvenal Pereira e Zig Koch, retratando belezas naturais em unidades de conservação e mostrando projetos de desenvolvimento sustentável apoiados pelo WWF-Brasil na Amazônia.

As fotos são acompanhadas de textos explicativos sobre o trabalho do WWF-Brasil e mensagens sobre Consumo sustentável e uso racional dos recursos naturais. Resultado de parceria entre Ornare, General Electric e WWF-Brasil, a exposição tem como principal objetivo mostrar ao público urbano a importância da floresta e dos ecossistemas e como o estilo de vida adotado pelos cidadãos tem grande influência sobre as principais questões ambientais.

Para Mauro Armelin, coordenador do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do WWF-Brasil, esse tipo de ação é de fundamental importância para conscientizar o público a respeito dos impactos que o Consumo traz para o meio Ambiente . “Não basta investir em ações de fiscalização para combater o desmatamento ilegal, cada pessoa tem o dever de consumir com mais consciência. Um exemplo dessa atitude é exigir móveis feitos com madeira certificada pelo FSC”, afirma.

Ao comprar um móvel com o selo FSC (Conselho de Manejo Florestal), o consumidor tem a certeza de adquirir um produto com madeira extraída, processada e transportada em conformidade com a legislação e de acordo com rigorosos critérios socioambientais, mundialmente reconhecidos.

Segundo Esther Schattan, diretora da Ornare, a exposição Luzes da Amazônia representa uma semente para demonstrar ao público o significado da certificação da madeira. “Estamos vivendo uma onda mundial de maturidade das sociedades em relação à importância Sustentabilidade . É preciso, cada vez mais, reforçar a ideia de que é chique ser um consumidor consciente”, disse.

Esther Schattan acrescentou que pretende levar a exposição Luzes da Amazônia para outras cidades em que a Ornare possui lojas, como Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Miami (EUA).
Luzes da Amazônia fica em São Paulo até 28 de novembro, na loja Ornare da Avenida Gabriel Monteiro da Silva, 1.101, nos Jardins.

Fonte: WWF Brasil

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Empresas são premiadas pelo uso racional de energia

Será realizado quinta-feira (26), em Brasília, o 13º Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia 2009, promovido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), com o apoio da Petrobras, por meio do Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), e da Eletrobrás, por intermédio do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). O evento, que será realizado no Hotel Nacional, foi criado para incentivar ações de eficiência energética que contribuam para a melhoria das condições de vida das pessoas e para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Além disso, tem o intuito de reconhecer e premiar representantes de diversos segmentos da sociedade que se destacaram no desenvolvimento d e projetos que visam ao uso racional e eficiente de energia no país.

A solenidade terá a participação de aproximadamente 500 convidados e contará com a presença do secretário-executivo do MME, Márcio Zirmmermann, representando o ministro Edison Lobão. Destaca-se ainda a presença do gerente executivo de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras, Ricardo Santos Azevedo, e de presidentes e diretores de empresas do setor energético; representantes de associações de fabricantes de equipamentos e varejistas; além de agências reguladoras, federações, confederações e associações de classes empresariais e demais profissionais da área de energia.

Para o ministro Edison Lobão, a premiação estimula as empresas a produzir equipamentos com maior eficiência energética. Dessa forma, o país economiza energia e a utiliza de maneira mais racional. "Nosso objetivo é continuar estimulando o melhor uso da energia permitindo que o brasileiro tenha acesso a equipamentos eficientes e de alta qualidade", avalia o ministro.

A programação é coordenada pela Petrobras, por meio do Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), e pela Eletrobrás, por intermédio do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). A premiação está dividida em seis categorias: Edificações; Empresas do Setor Energético; Imprensa; Indústrias; Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME); e Órgãos e Empresas da Administração Pública.

As empresas e profissionais interessados tiveram até o dia 11 de setembro de 2010 para se inscreverem pelo site oficial (http://www.premioconservacaoenergia.gov.br). Os critérios de avaliação para a escolha dos projetos premiados foram: o potencial de replicação das medidas implementadas, a redução do Consumo de insumos energéticos utilizados nos processos, a redução da demanda de energia, os benefícios ambientais, a disseminação interna dos conceitos implementados e a conscientização da comunidade.
O Prêmio

O Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia é uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia, implementada pela Petrobras, por meio do Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), e pela Eletrobrás, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). Distribuído desde 1993, o Prêmio é um reconhecimento a estudantes, profissionais, instituições e empresas que se empenharam na redução do desperdício de energia.

Conpet

O Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), instituído por decreto presidencial em 1991, é um programa vinculado ao Ministério de Minas e Energia e implementado pela Petrobras. O Conpet tem como objetivos promover o uso racional e eficiente de combustíveis e incentivar o desenvolvimento de uma Cultura antidesperdício em diversos setores, com ênfase no transporte, comércio, indústrias, residências e escolas.



Serviço
Evento: 13º Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia 2009
Data: 26/11/09 - quinta-feira.
Horário: 15h
Local: Hotel Nacional - SHS Quadra 01 Bloco A.

Fonte: Assessoria de Imprensa Petrobras

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Copa e Olimpíadas atraem empresas britânicas para a construção sustentável no Brasil

As empresas britânicas de consultoria para construção civil estão aproveitando a Copa, as Olimpíadas e a falta de planejamento urbano das cidades brasileiras para oferecer soluções à crescente demanda por edificações de menor impacto ambiental.

Um evento promovido pelo Consulado Britânico em São Paulo no final de outubro mostrou o tom deste interesse, que tem a Copa de 2014 e as Olímpidas de 2016 como locomotivas para o setor.

Representantes de 10 empresas do Reino Unido estavam presentes e expressaram a vontade de fazer negócios com parceiros locais.

A Breeam (BRE Environmental Assessment Method) é uma consultoria de certificação de projetos de menor impacto socioambiental. A empresa quer trazer sua metologia para o mercado brasileiro, que já conta com as certificações americana LEED, do Conselho de Prédios Verdes (GBC) e a Européia Acqua, promovida pela Fundação Vanzolini no Brasi.

De acordo com Nick Hayes, diretor internacional da empresa, o mercado de construção no Reino Unido olha para o além-mar por que está quase no seu limite, restando 3% de potencial de crescimento em terras britânicas.

"A Copa e as Olimpíadas de 2016 são eventos que proporcionarão grandes investimentos em infraestrutura", disse.

Para Craig Anders, executivo da empresa de arquitetura Cole Thompson Anders, a motivação vem da implementação de políticas públicas voltadas para um setor de construção civil menos impactante ao meio Ambiente , abrindo espaço difundir técnicas e tecnologias já testadas no Reino Unido.

Anders acredita que esta transferência de conhecimento pode baratear os projetos mais vançados e estimular a demanda.

A consultoria Halcrow tem ambições maiores, propõe uma abordagem que considera a cidade como um todo para a cidade como um todo e quer ocupar espaço em projetos urbanísticos relativos a transportes e áreas de lazer.

"As cidades se espalham nas periferias, diminuindo a densidade populacional, aumentando as distâncias de deslocamentos, o que aumenta o trânsito e a poluição", disse Guilherme Costa, arquiteto e planejador urbanístico da matriz em em Londres.

Costa citou como exemplo o centro da cidade de São Paulo, que tem um grande fluxo de pessoas durante o dia, porém com poucas residências, gerando abandono durante o período noturno e finais de semana.

Segundo o arquiteto, uma cidade sustentável deve ter programas de manejo de resíduos e bairros com residências, oportunidades de trabalhos, serviços para a população e lazer.

Para Cristiano Michelena, diretor da Battle McCarthy, as ações para a Sustentabilidade deixarão de ser globais para tornarem-se locais, possibilitando o desenvolvimento regional das cidades, o que deve evitar grandes deslocamentos, diminuindo a poluição.

Michelena diz acreditar na valorização da vegetação nos edifícios e bairros como forma de melhorar a qualidade de vida e bem estar da população.

"A movimentação das pessoas é a alma da cidade", disse Beatriz Campos diretora da Space Syntax, consultoria em planejamento urbano, no início de sua palestra no evento.

Para Campos, uma cidade sustentável deve priorizar o trafego de pedestres em vez dos automóveis, além de proporcionar nos bairros opções de lazer, trabalho e moradia.

"O desenho da cidade é o maior objeto da criação humana", explicou.

O sócio da Foster and Partners, Brandon Haw, acredita que o design pode mudar o hábito das pessoas. Ele citou uma estação de metrô na Ásia, planejada pela empresa, onde as pessoas se sentem atraídas pelo design da estação, fazendo com que troquem o transporte particular pelo transporte público.

Fonte: Revista Sustentabilidade

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Cabide reciclado vira mídia alternativa na Inglaterra

Uma empresa britânica desenvolveu um tipo de cabide utilizando papel reciclado. O resultado é um objeto resistente (capaz de aguentar até 10 kg), sustentável (utiliza apenas matéria-prima reciclada e reciclável) e com a possibilidade de receber impressões, cores e cortes variados. Com isso, os empresários da HangSavvy passaram a não apenas vender, mas também doar os cabides a lavadoras e universidades para divulgar o produto enquanto ajudam a substituir os objetos de plástico pelos reciclados.

Assim, todos os donos de lavanderias ou universidades que queiram adotar o HangSavvy podem fazer o pedido à empresa e receber os cabides gratuitamente. As vantagens, segundo o fabricante, são muitas. A começar pelo material, que reduz a quantidade de lixo e evita o corte de novas árvores – além de diminuir o uso de plástico

Seu formato mantém o tamanho padrão dos cabides e sua estrutura foi projetada para maximizar a resistência utilizando o mínimo de material necessário. Por ser feito de papel, o cabide pode receber impressões de alta qualidade dos dois lados e funcionar como mídia alternativa para divulgação de marcas e produtos. A empresa conta ainda que utiliza apenas papel certificado com garantia da Systems & Services Certification (SGS) de que não possui produtos químicos nocivos.

“Varejistas, prestadores de serviços e outras organizações podem personalizar e comprar nossos cabides para promover seus produtos ou serviços”, contam. “Além disso, eles podem ser personalizados com qualquer formato, cor e grafias, incluindo alto-relevo. Isso ajuda a aumentar as vendas, gera uma maior fidelização dos clientes e fortalece a marca enquanto reduz sua pegada de carbono”, defendem os empresários.

Os cabides já podem ser comprados pela internet e custam US$42,00 o pacote com 10 unidades. Quem não quiser ou puder comprar, pode se inspirar em ideias como essa e buscar soluções sustentáveis que unam o respeito e a redução dos impactos ambientais, ao mesmo tempo que conquista novas fatias do mercado e estimula a economia. Maiores informações no site da HangSavvy (http://www.hangsavvy.com/index.html) ou pelo e-mail info@hangsavvy.com.


Fonte: EcoD

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Horta móvel estimula a alimentação saudável e reforça laços comunitários

Com o crescimento demográfico, os espaços nas grandes cidades se tornaram cada vez mais multiculturais e diversificados. Para o designer Gionata Gatto a alimentação está presente nesse mix cultural como uma forma de identidade de cada grupo. Por isso, ele decidiu criar algo que simbolizasse essa mistura e valorizasse a bagagem cultural de todos os povos presentes nos centros urbanos.

Assim surgiu o UrbanBuds, uma mini-horta portátil em forma de mala que pode comportar até 36 pés de frutas, legumes, verduras e hortaliças. “Costumamos dizer que sempre que nos mudamos trazemos conosco a nossa bagagem Cultura , o nosso saco de experiências”, afirma Gatto. Influenciado por essa concepção ele criou o objeto, que é recheado de terra e funciona como uma horta vertical.

Basta plantar as sementes ao redor da mala-horta e cuidar como uma plantação regular. As plantas irão crescer ao longo do objeto e transpor a camada de tecido que sustenta o solo e as raízes. Dentro de algum tempo, será possível colher a safra com em uma horta comum.

Cultivando redes

Mais do que apenas cultivar uma horta, o projeto pretende transformar a relação dos moradores de um bairro. “As pessoas podem modificar espaços não utilizados da vizinhança, transformando esses locais em áreas dedicadas à socialização, onde eles podem cultivar sua própria horta, atender a outros bairros e criar novos relacionamentos.”, conta o criador.

“Nas zonas urbanas, onde as diferentes culturas convivem, a colaboração e o diálogo conjunto podem contribuir para a afirmação das novas comunidades. Como consequência, os grupos tornam-se mais ativos, presentes e autônomos. Por esta razão, aspectos como a configuração de uma área urbana, as atividades propostas para seus espaços, a participação dos cidadãos no seu desenvolvimento e a reavaliação do terreno que não estiver sendo utilizado pode contribuir para a qualidade das relações entre os moradores e suas culturas”, completa.

Apesar de não ser um projeto simples de ser copiado, a proposta pode ser adaptada a diferentes regiões, contextos e materiais. Por que não tentar uma horta vertical utilizando caixas de madeira ou organizar um jardim comunitário no seu bairro?

O UrbanBuds foi o resultado do projeto de graduação na Academia de Design Eindhoven e Gatto não informa sobre a possibilidade de comercializar a horta. Os interessados podem encontrar mais informações no site (http://www.atuppertu.com/Atuppertu.html) ou pelo e-mail gionatagatto@atuppertu.com


Fonte: EcoD